O Prémio
O Prémio galardoa anualmente filmes com duração de até sete minutos, em língua portuguesa ou legendado em português, sobre a importância do oceano. Podem concorrer ao Prémio jovens com idades entre os 14 e os 21 anos individualmente ou em equipas de até cinco membros. Além dos jovens que residam ou estudem em Portugal ou que estejam legalmente habilitados a permanecer no país, podem candidatar-se todos os jovens que residam no estrangeiro e tenham nacionalidade portuguesa.
O Prémio pode ser atribuído em quatro categorias:

“Mensagem”
Galardoado o filme que melhor transmita a mensagem do papel do oceano para a Humanidade, a sustentabilidade e o equilíbrio global.
“Criatividade”

Galardoado o filme que mais se destaque ao nível de conceito criativo e técnicas de realização e produção utilizadas.
“Cultura Científica”

Galardoado o filme que melhor transmita a importância da ciência do oceano para o benefício da sociedade e ambiente.

“Futuro”
Galardoado o filme apresentado pela candidatura com idades compreendidas entre os 14 e os 17 anos e que tenha a melhor avaliação combinando a mensagem e a criatividade.
Cedências de imagens de filmes disponibilizados na Cinemateca Digital
Os candidatos poderão utilizar gratuitamente até um minuto de imagens de filmes disponibilizados na plataforma Cinemateca Digital (www.cinemateca.pt) na montagem final dos seus filmes, desde que obtenham autorização para essa utilização por parte dos respetivos titulares de direitos. Para esse efeito, terão de contactar a Cinemateca, através do contacto acesso@cinemateca.pt
Objetivo
O Prémio tem como objetivo transmitir à sociedade a importância do oceano como sistema de suporte de vida no Planeta Terra, responsável pela regulação do clima, pelo fornecimento de alimento, é meio de transporte e de lazer, além de providenciar muitos outros serviços e benefícios económicos, sociais, ambientais, culturais e emocionais.
O Prémio é também uma homenagem ao legado do Professor Mário Ruivo, personalidade de reconhecido mérito científico, político, diplomático e cultural, pioneiro na defesa do oceano e no lançamento das temáticas ambientais em Portugal, comprometido com a democracia e a promoção de uma relação mais harmoniosa entre a sociedade e o oceano

Mário Ruivo

É reconhecido como um dos pais do novo regime do Oceano e da integração deste nos objetivos do desenvolvimento sustentável.
Dedicou-se à investigação, ensino, promoção da cooperação em assuntos do mar e sensibilização de governos e opinião pública a uma governação responsável do Oceano.
Biólogo pela Universidade de Lisboa, Doutor Honoris Causa pela Universidade dos Açores e pela Universidade do Algarve, desempenhou cargos dirigentes no sistema das Nações Unidas, nomeadamente na FAO (1961-74) e COI/UNESCO (Secretário Executivo, 1980-89). Foi Conselheiro Científico da EXPO’98 e Membro/Coordenador da Comissão Mundial Independente para os Oceanos.
Mário Ruivo (1927 - 2017)
Participou no processo respeitante ao estabelecimento, em Lisboa, da European Maritime Safety Agency (EMSA, 2002) e foi promotor e Presidente (2002-08) do European Centre for Information on Marine Science and Technology (EurOcean). Foi representante da FCT no European Marine Board.
Foi Presidente do Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CNADS), da Comissão Oceanográfica Intersectorial e do Comité Português para a Comissão Oceanográfica Intergovernamental. Autor de publicações sobre Oceanografia, Governação e Cooperação em Assuntos do Oceano. Foi agraciado com ordens honoríficas nacionais e estrangeiras e outras distinções e prémios.














